Esqueço-te
Anna Paes
 
As palavras do teu poema foram escritas na praia.
Numa total ambigüidade.
Não falavas de amor, nem tão pouco de amizade
Pareciam-te muito justas as saias.
Tuas palavras, vieram as ondas,
apagaram-nas uma a uma.
O poema ficou sem sentido
Não tinha palavra nem sentimento
Era uma máscara hedionda.
Apago os meus sentimentos...
Exorcizo os ressentimentos
Digo-te, tuas palavras são vazias
Teus versos não tem intensidade
São desprovidos de verdade.
Neste triangulo, que me inscreves,
A soma do quadrado dos  catetos
não foi  igual à hipotenusa.
Não quero ser, e nunca fui tua musa
Teus versos não eram meus,
Nem para outra qualquer!
Pretensioso, tua vida é uma incógnita.
Meu amor não tem importância...
De tuas promessas quero distância.
Não me peças para esquecer-te...
Já nem me lembro quem és...
Qual é mesmo o teu nome?
O vento levou...
 
Anna Paes
 
 
 
 
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Brasilia, antes de tudo!
Faz tempo!
 
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